sexta-feira, 1 de junho de 2012

01 de junho de 2012 - 23:58 - Hyatt Regency de Hong Kong (11 horas de fuso))

E finalmente chegamos a Hong Kong.

Cidade-estado superlativa. No caminho do aeroporto ao Centro, dois recordes do Guiness (ponte de dois andares mais extensa do mundo e porto de maior movimentação de containers do mundo), além da visão do quinto maior edifício do planeta.

Tudo é muito grande. Como não há espaço disponível (são centenas de ilhas ao redor da ilha principal, que é Hong Kong, mas apenas 3 são habitadas pela inexistência de água potável nas demais), a idade cresce pra cima (prédios de mais de 100 andares são comuns, com lojas, escritórios e moradias) e pra baixo (estacionamentos e shopping centers se espalham por até 8 andares abaixo da terra). Segundo Felipe, nosso motorista do transfer do aeroporto ao hotel, um apartamento de 45 a 50 m2 em Hong Kong não custa menos de USD 500 mil!

A ilha esteve sob domínio britânico, como colônia, até 1997. Desde então, retornou ao controle Chinês, mas está muito longe do regime comunista do "país-mãe". Ainda segundo Felipe (nome seguramente "escolhido", prática comum entre os chineses, já que ele é de Cantão e sua mãe, cm toda certeza, não o batizou com esse nome), a situação melhorou depois que o controle passou aos Chineses, pois a insegurança acerca do que seria de Hong Kong quando os ingleses fossem embora de dissipou e os Chineses do Continente tornaram-se o maior público visitante e consumidor (cerca de 90% dos turistas em Hong Kong são Chineses).

Falando em consumo, tudo parece girar em torno da arte preferida da maioria dos americanos (e em menor escala, dos brasileiros). Lojas, lojas e mais lojas, shopping centers gigantescos, um deles com mais de mil lojas à beira do oceano.

A noite foi de uma longa caminhada pra começar a ajustar o fuso horário. Ponto alto foi percorrer um "mercado noturno". uma espécie de "feirinha do largo da ordem", em uma longa rua fechada aos carros com barracas montadas dos dois lados da rua vendendo todo tipo de quinquilharia. Destaque para as gravatas de seda feitas a mão por míseros USD 5! Além, é claro, da farra gastronômica, com todos os tipos de cheiros e aromas (além de aparência estranha) tomando conta das ruas e calçadas, enquanto centenas de pessoas se aglomeram nas mesinhas e restaurantes de rua.













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