Dia de visitas à The Thai Chamber of Commerce as 10h da manhã. Esta instituição guarda muitas similaridades com Associações Comerciais como conhecemos no Brasil e no Paraná. Foi fundada em 1933 e durante o encontro, onde fomos muito bem recebidos pelo vice-chairman, tomamos contato com muitas informações sobre os negócios na Tailandia, pelo ponto de vista de quem os faz efetivamente.
O custo de um trabalhador na Tailânda é de USD 10 por dia. Acha pouco? No vizinho Mianmar é de USD 2,50 por dia! Entretanto, apesar do relativo frisson recente sobre Mianmar, a informação é de que fazer negocios por lá ainda é complicado em função da instabilidade jurídica. Os militares sempre estão interferindo por debaixo dos panos e as coisas ainda funcionam muito na base do "quem indicou" e de interesses nem sempre claros.
A Malásia também tem custo de mão de obra inferior à Tailândia, mas não tem mais gente pra trabalhar. Obtivemos mais informações também sobre como eles estão enxergando a AFTA (Asian Free Trade Area) que deve entrar em operação em 2015 e vai zerar tarifas e liberar o tráfego de profissionais qualificados entre 10 países na Ásia. Este acontecimento promete movimentar de forma importante e equilíbrio de forças no comércio mundial. É esperar pra ver!
A Tailandia, através da Câmara de Comércio, se colocou como porta de entrada para a possível entrada de produtos brasileiros no Sudeste Asiático. Segundo a conversa, produtos brasileiros são altamente comercializáveis em função do apreço e admiração que eles nutrem pelo Brasil.
O dia prosseguiu com visita à OSMEP - Office of Small and Medium Enterprises Promotion, a instituição de suporte aos pequenos negócios mais importante da Tailândia. Os programas da instituição foram apresentados, bem como a forma de classificação dos pequenos negócios no que tange ao seu porte. Merece destaque o foco muito concentrado em mercado. Em outras palavras, as estratégias de desenvolvimento de competências de gestão, em geral, são operadas por parceiros da OSMEP, a fim de que eles possam concentrar esforços em ações efetivas de mercado, como promoção de empresas Tailandesas no exterior e iniciativas de Business Matching. Não há financiamento para pequenos negócios sem assessoria e também possuem sistema de garantia de credito, mas que é integralmente operado pelo governo.
Finalmente, fechamos o dia em um coquetel na residência do embaixador brasileiro em Bangkok, Paulo Cesar Meira Vasconcelos, pessoa extremamente agradável e cuja embaixada nos prestou um apoio essencial para as atividades aqui na Tailândia. Se todas as embaixadas e consulados do Brasil mundo agora tivessem pessoas como o Consul Piras (de Hamamatsu - Japão) ou o Embaixador Paulo Cesar, seguramente o Brasil estaria mais bem representado por sua diplomacia. Infelizmente, nem sempre a resposta das nossas instâncias consulares tem a velocidade e efetividade que percebemos aqui.
O custo de um trabalhador na Tailânda é de USD 10 por dia. Acha pouco? No vizinho Mianmar é de USD 2,50 por dia! Entretanto, apesar do relativo frisson recente sobre Mianmar, a informação é de que fazer negocios por lá ainda é complicado em função da instabilidade jurídica. Os militares sempre estão interferindo por debaixo dos panos e as coisas ainda funcionam muito na base do "quem indicou" e de interesses nem sempre claros.
A Malásia também tem custo de mão de obra inferior à Tailândia, mas não tem mais gente pra trabalhar. Obtivemos mais informações também sobre como eles estão enxergando a AFTA (Asian Free Trade Area) que deve entrar em operação em 2015 e vai zerar tarifas e liberar o tráfego de profissionais qualificados entre 10 países na Ásia. Este acontecimento promete movimentar de forma importante e equilíbrio de forças no comércio mundial. É esperar pra ver!
A Tailandia, através da Câmara de Comércio, se colocou como porta de entrada para a possível entrada de produtos brasileiros no Sudeste Asiático. Segundo a conversa, produtos brasileiros são altamente comercializáveis em função do apreço e admiração que eles nutrem pelo Brasil.
O dia prosseguiu com visita à OSMEP - Office of Small and Medium Enterprises Promotion, a instituição de suporte aos pequenos negócios mais importante da Tailândia. Os programas da instituição foram apresentados, bem como a forma de classificação dos pequenos negócios no que tange ao seu porte. Merece destaque o foco muito concentrado em mercado. Em outras palavras, as estratégias de desenvolvimento de competências de gestão, em geral, são operadas por parceiros da OSMEP, a fim de que eles possam concentrar esforços em ações efetivas de mercado, como promoção de empresas Tailandesas no exterior e iniciativas de Business Matching. Não há financiamento para pequenos negócios sem assessoria e também possuem sistema de garantia de credito, mas que é integralmente operado pelo governo.
Finalmente, fechamos o dia em um coquetel na residência do embaixador brasileiro em Bangkok, Paulo Cesar Meira Vasconcelos, pessoa extremamente agradável e cuja embaixada nos prestou um apoio essencial para as atividades aqui na Tailândia. Se todas as embaixadas e consulados do Brasil mundo agora tivessem pessoas como o Consul Piras (de Hamamatsu - Japão) ou o Embaixador Paulo Cesar, seguramente o Brasil estaria mais bem representado por sua diplomacia. Infelizmente, nem sempre a resposta das nossas instâncias consulares tem a velocidade e efetividade que percebemos aqui.
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