domingo, 17 de junho de 2012

Bangkok - 15-06-2012

Primeiros 25% vencidos, Coréia do Sul encerrada. Antes de entrar na próxima capital (Bangkok), algumas impressões gerais sobre a Coréia do Sul retiradas de nossas discussões no grupo de trabalho:

  • A Coréia do Sul e um pais amistoso com um povo mais ocidentalizado nos costumes do que a primeira impressão indica. Pessoas espirituosas, bem humoradas e afáveis;
  • A comida, já é um capítulo a parte. Pelas nossas experiências, a culinária é rica e varia tremendamente mesmo em restaurantes típicos. Mas ainda assim, para nosso paladar ocidental, a experiência não foi das mais apreciadas. Além disso, TUDO tem pimenta (até os pratos pedidos sem pimenta....)
  • O consumismo é impressionante. Shoppings descomunalmente grandes, lojas por todos os cantos. Além disso, destaca-se o apreço por um consumo "ocidentalizado" (bens e marcas do ocidente);
  • Profissionalismo e objetividade extrema no trato profissional. Não tem enrolação. Para uma hora e meia de reunião com o nosso intuito (aprendizado), o Coreano vai falar por uma hora e vinte (começando rigorosamente no horário) e perguntará ao final se alguém tem alguma dúvida. Se não houver, game over!!!!! Preciso, eficiente e respeito ao tempo (deles e dos outros). 
  • Metro moderno e baratíssimo.
  • Os grandes conglomerados são onipresentes (Samsumg, Hyundai). 
  • Andamos em um táxi com com 600.000 km no odômetro!!!!!! E tem gente que ainda fala mal de carro coreano...
  • População hiperconectada. As cenas comuns de Paris on Londres de anos atrás (pessoas aproveitando o tempo do metrô para ler) aqui são comuns, apenas substituindo o livro pelos tablets e celulares. O sinal de celular está em todo o metro. No Brasil, principalmente pra quem é cliente TIM (como eu....), não tem sinal nem no topo do prédio mais alto da cidade... ô inveja...
  • Grande lição aprendida: foco!!!!! O que eles fizeram pelo País em 40 anos é impressionante. Quanto de assistencialismos na escolhas e políticas implementadas? ZERO! É comum ouvimos aquela conversa de que o Brasil tem áreas pobres, que precisam de políticas assistencialistas para promover inclusão social. Após a segunda guerra, a Coréia era MUITO mais pobre que o Brasil. E em menos de 40 anos se tornaram uma potência sem políticas assistencialistas, mas com educação, trabalho e FOCO!

E, finalmente chegamos a Bangkok. Metrópole confusa, trânsito caótico, mas com um povo tremendamente espiritualizado, em sintonia com os ensinamentos budistas.

No primeiro dia estivemos com o Embaixador do Brasil para uma rápida visita, e fizemos reuniões com o SME Bank, banco estatal dedicado à atividade de financiar pequenas empresas e com o SEA-LAC (Southeast Asia and Latin America Trade Center), da universidade da câmara de comércio da Tailandia (sim, a camara de comércio da Tailandia tem uma universidade). Trata-se de um centro de pesquisa (não apenas de pesquisa, mas como na Coréia do Sul, de formulação de políticas) sobre pequenas empresas com foco na integração entre o Sudeste Asiático e a América Latina).

A noite, jantamos em um restaurante no 62o andar de um edifício que fica literalmente a céu aberto. Tanto é que na estação chuvosa o lugar permanece fechado. Aliás, as estações aqui não são como no ocidente. Eles tem verão, inverno, e estação chuvosa. Uma sensação bacana, jantar no alto de um dos prédios mais altos de Bangkok, com uma vista de cair o queixo e sob as estrelas.










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